Cristianismo: a religião mais perseguida do mundo

Há um século atrás, 20% da população no Oriente Médio e no Norte da África era cristã. Hoje, este número é de apenas 4%, sendo que muito deste declínio ocorreu na última década, à medida que a perseguição a cristãos em países muçulmanos se intensifica. Surpreendentemente, a grande mídia internacional se cala, resumindo-se a publicar somente os casos mais chocantes.

NOTA DE ESCLARECIMENTO

O vídeo acima foi primeiramente publicado na página do Facebook deste blog no dia 19 de abril de 2015. Seu alcance e repercussão foram muito maiores do que eu imaginava. Portanto, gostaria de esclarecer algumas coisas:

Não traduzi o vídeo para difundir ódio contra os muçulmanos, a quem nós como cristãos temos a obrigação de amar. Somente o traduzi no intuito de conscientizar os cristãos de lingua portuguesa para que oremos pela Igreja perseguida. E todo aquele que é nascido de novo deve ter esta maturidade, de não odiar aqueles que nos perseguem mas orar por eles e amá-los, conforme mandamento deixado por nosso Mestre, Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Particularmente, vivo nos EUA, tenho clientes muçulmanos que são meus amigos e entendo que nem todos os muçulmanos são intolerantes. Mas devemos lembrar que os muçulmanos do Ocidente estão há anos luz à frente da população muçulmana no Oriente Médio no tocante à tolerância. Também conheço cristãos refugiados de países islâmicos (tenho vizinhos da Síria e do Egito) e, curiosamente, na opinião deles o vídeo não está exagerado ou tendencioso.

O vídeo não tem a intenção de espalhar o ódio contra os muçulmanos, apenas aponta para um fato inegável: o de que os cristãos no Oriente Médio não disfrutam das mesmas liberdades que os muçulmanos no Ocidente. O vídeo tampouco faz generalizações contra todo muçulmano, mas se refere especificamente ao Islam fundamentalista (minuto 2:40), e relata um fato inegável: o de que este tipo de interpretação do Alcorão se prolifera no Oriente Médio. Isso é algo bem diferente de dizer que TODO muçulmano é terrorista e assassino.

E ao contrário do que já me foi insinuado, também conheço um pouco de História e sei que há 500 anos atrás estávamos decapitando pessoas por terem uma religião diferente da nossa, ou até mesmo cristãos que se batizavam de maneira diferente da nossa. Não nego nosso passado não tão glorioso e com humildade o aceito. Mas cada geração tem sua responsabilidade espiritual, de modo que não podemos ignorar o que acontece no Oriente Médio nos dias atuais sob a desculpa de que nossos antepassados na fé fizeram o mesmo 500 ou 1000 anos atrás. Porque, como disse anteriormente, conheço alguns destes refugiados pessoalmente (incluindo crianças) e não teria coragem de olhar nos olhos deles e dizer: “SINTO MUITO, É KARMA.”

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